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Alckmin Vê Com Desconfiança A “onda” Tucana Em São Paulo


O Brasil acaba de obter os primeiros bovinos de um cruzamento industrial entre touros da raça brasileira Curraleiro Pé-Duro (Bos taurus taurus) e vacas nelore (Bos indicus indicus), de origem indiana. Os animais tropicais, que serão divulgados aos produtores nos próximos meses, são o consequência de 6 anos de intensas pesquisas montadas na Embrapa e a faculdade Federal do Piauí (UFPI), com recursos próprios das duas organizações.


Esse cruzamento foi o primeiro entre estas duas raças feito com metodologia científica. Concurso Da Prefeitura De Guarujá - SP - 2018 - Edital , feito em pastagens nativas, espanta pelo desempenho zootécnico superior. Ele é mais precoce que o nelore, vai mais cedo pro abate, com apenas 2 anos de idade e pesando 45 quilos de carne a mais nas mesmas condições de pastagem.


Prontamente o nelore é mais tardio, estando em ponto de abate aos 3 anos de idade. Se for terminado em regime de confinamento, o período é reduzido em até 6 meses, aumentando ainda mais o peso. As pesquisas orientaram que o novo mestiço produz vinte quilos de carne macia por cem quilos de massa muscular na carcaça. Jacó Guinsburg, 95, Revê Seus 70 Anos Pela Edição De Livros comparação, o estudo revela que o nelore produz apenas 16 quilos.


Menores Negócios Mantêm Grande O índice De Emprego No Brasil , que coordena o serviço. Os testes realizados nos laboratórios da Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, no interior de São Paulo, comprovaram que a carne do animal é macia e saborosa. Foram feitos testes de maciez, acidez, perda de calorias por cozimento, retenção de água e coloração, que revelaram a muito bom peculiaridade da carne.


O centro de busca ainda executou testes com a pele. No Município de Timon (MA), o Frigorífico Frigotil, ,o superior do Nordeste, o mestiço passou por um exigente teste de carcaça, bem como com resultados positivos. Em quase todos os estilos, segundo Carvalho, o novo bovino apresentou um perfil diferenciado. Na alimentação, ele aceita muito bem as gramíneas e leguminosas nativas, cactos, arbustos, raízes e cascas de madeira.


No tempo em que isto, o bovino nelore, raça trazida da Índia e já glorificada como grande produtora de carne, requer uma alimentação à apoio de pastagens artificiais, segundo Carvalho. O pesquisador explica que o sucesso do serviço, iniciado em 2008, foi decorrente do fenômeno natural chamado heterose ou vigor híbrido obtido do cruzamento entre raças distantes. Ele explica que a heterose é o fenômeno pelo qual os animais resultantes de cruzamentos apresentam melhor funcionamento do que a média dos pais. Esse projeto tem três objetivos que, se alcançados na sua plenitude, podem modificar em pouco tempo o perfil da carne bovina no Brasil.



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  • O primeiro, aproximadamente atingido, procura melhorar a particularidade (maciez, sabor e coloração) e a oferta da carne nas regiões tropicais. O segundo quer atingir um alvo perseguido pelos cientistas há bastante tempo: disponibilizar recursos genéticos adaptados às regiões quentes. O terceiro é englobar o curraleiro pé-duro ao agronegócio, afastando a raça da ameaça de extinção. Pra defrontar um possível episódio de aquecimento global, a busca pela sustentabilidade da pecuária bovina nas regiões quentes é outro pilar das pesquisas com o curraleiro pé-duro.



    Carvalho, que é doutor em melhoramento genético animal, aponta as duas vantagens estratégicas dessa raça pra viabilizar a pecuária em ambientes desfavoráveis à atividade. O frigorífico Frigotil, com know-how pra abater cinco mil bois por dia, aposta no serviço dos pesquisadores da Embrapa e da UFPI, de acordo com o gerente industrial do frigorífico, Franklin Freire. Ele vê o banco genético do curraleiro pé-duro como um avanço pro melhoramento de raças nativas que são capazes de favorecer com oferta de carne de qualidade ao mercado.


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